Sem Ronaldinho Gaúcho ou Adriano, badalados atletas nos quais o clube se esforçou para trazer para esta temporada, o Palmeiras resolveu investir em jovens ainda desconhecidos da maioria dos torcedores para renovar o elenco. O atacante Adriano Michael Jackson, o lateral-direito Cicinho, o volante João Vitor e o atacante Max Pardalzinho chegam ao Palestra Itália sem atrair muitos holofotes, mas já com a missão não serem omissos no Alviverde.
No elenco, Felipão tem seus homens de confiança. Marcos, Danilo, Marcos Assunção e Kleber são como representantes do treinador em campo. Fora deles, são os mais acionados para falarem com a imprensa nos momentos difíceis.
- Para jogar no Palmeiras, em que ter personalidade, então tem que ter sua parcela de responsabilidade, não pode deixar isso só para os mais experientes. Tem que saber que a gente joga num clube grande, que vai sofrer pressões, que a torcida vai vaiar, e nós temos que estar preparados para manter a tranquilidade - avaliou Assunção, um dos jogadores mais experientes do grupo.
O volante palmeirense relembra o passado para dar de exemplo aos novatos. Assunção contou que não se intimidou quando trocou o Rio Branco pelo Santos, em 1995, quando estava em início de carreira. O volante se tornou um dos principais atletas do time alvinegro no fim da década de 90.
- Eles se destacaram nas equipes menores e podem fazer o mesmo no Palmeiras. Basta ter personalidade. Não é porque jogam em um time pequeno e vão bem que quando forem para o grande vão ficar felizes só por estarem no elenco. Tem de estar feliz por jogar. Meu pensamento sempre foi esse.

Assunção que ver jovens como Adriano e Cicinho